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Conheça "A Rainha Vermelha"

18 de agosto de 2016

É fã de distopias? Já ouviu falar sobre "A Rainha Vermelha" da Victoria Aveyard? Hoje a gente trás para você um resumo e algumas percepções sobre os livros até então publicados e o melhor: sem spoilers!


A Rainha Vermelha

Mare Barrow busca igualdade e justiça em um mundo dividido pelo sangue. Ela é vermelha, mas possui poderes que apenas são destinados a prateados, e as coisas só se complicam em sua estadia com a família real. Dividida pelos sentimentos e pela necessidade de ajudar a Guarda Escarlate, Mare acredita estar sempre um passo a frente de todos. Mas será que ela está mesmo?
"Não evoluímos como eles, que têm poderes e forças além da nossa imaginação limitada. Permanecemos os mesmos, presos em nossos corpos. O mundo mudou ao nosso redor e permanecemos os mesmos".
Indo além da história de amor, Rainha Vermelha parece ser um grande mix de sucessos. Tem magia, lutas, triângulo amoroso, divisão de castas e até uma disputa para ser a próxima princesa de Norta. 
Mesmo com o incomodo de reconhecer a premissa de outros livros nesse, Rainha Vermelha com certeza se tornou um dos meus queridinhos O final me deixou sem fôlego e muito impressionada em como Victoria Aveyard conseguiu mudar completamente o rumo da história.

Coroa Cruel

Depois de "A Rainha Vermelha", Victoria Aveyard publicou dois contos reunidos no livro "Coroa Cruel". Os contos abordam histórias de antes de Mare, fatos importantes para a saga. Duas mulheres uma vermelha e uma prateada contam sua história e revelam seus segredos.

Em Canção da Rainha, você terá acesso ao diário da nobre prateada Coriane Jacos, que se torna a primeira esposa do rei Tiberias VI e dá à luz o príncipe herdeiro, Cal tudo isso enquanto luta para sobreviver em meio às intrigas da corte. 

Já em Cicatrizes de Aço, você terá uma visão de dentro da Guarda Escarlate a partir da perspectiva de Diana Farley, uma das líderes da rebelião vermelha, que tenta expandir o movimento para Norta e acaba encontrando Mare Barrow pelo caminho.

Espada de Vidro
"Sou uma espada, sou uma espada de vidro, e já me sinto prestes a estilhaçar."
"Espada de Vidro" inicia do exato ponto em que o primeiro acabou, Mare, que acabou de sofrer com a traição e com a perda de pessoas importantes, encontra-se desestruturada e surpresa com uma descoberta sobre o irmão.
Durante o livro, caminhamos junto com novos personagens em busca dos sanguenovos, presente deixado por Julian antes de todo o desastre no palácio. Os vermelhos não conseguem confiar em Cal, devido à suas origens prateadas e Cal não acreditar no grupo, afirmando várias vezes não fazer parte da causa e não ser um rebelde. 
O desenrolar da história me agradou bastante, da forma como a escritora conseguiu sair do comum, que já estava se tornando usual em uma distopia, para uma proposta surpreendente e de tirar o fôlego. 

King's Cage

O terceiro volume da série será lançado em fevereiro nos EUA, e a Editora Seguinte prometeu fazer o possível para lança-lo na mesma data no Brasil - seria meu sonho? O título do livro será "King's Cage" (sem tradução para o português)
Sinopse: No terceiro livro de “A Rainha Vermelha”, série best-seller #01 do The New York Times, Mare é forçada a jogar um jogo psicológico de gato e rato com um inimigo antigo e mortal, onde os riscos não são apenas o futuro da Rebelião Vermelha, mas a santidade de sua própria mente.


5 comentários:

  1. Sem dúvidas uma ótima saga de livros 👏👏👏 Li e me apaixonei pela história ❤

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    1. Apaixonante mesmo thay ❤❤❤ ansiosa pelos próximos...

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Eu sou muito curiosa para ler A Rainha Vermelha. Inicialmente, o que achou a minha atenção foi essa capa maravilhosa! Depois, li muitas resenhas positivas sobre o primeiro livro mas confesso já estar um pouco cansada de distopias - que parecem todas um tanto iguais.
    Fiquei feliz em saber que a autora soube dar um rumo diferente para essa!

    Beijos.

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    1. Oi feh. Essa capa é lindíssima mesmo, não tem como negar <3 depois da pequena decepção que tive com A Seleção, A Rainha vermelha foi minha válvula de escape e me apaixonei na hora!

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